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Alimentos que passam da mãe para o bebê

por Renata Valentini
Alimentos que passam da mãe para o bebê
  • Programa: Show de Bebê
  • Autor: Renata Valentini
  • Categoría: artigos
Quais são os alimentos que, consumidos pela mãe, podem passar para o leite materno e interferir na saúde e no bem-estar do bebê? A nutricionista Renata Valentini tem a resposta para essa pergunta

Enquanto está amamentando, a mulher tem de tomar cuidado com o que consome, pois certas substâncias podem ser passadas para o bebê através do leite materno. Veja alguns alimentos que devem ser ingeridos com atenção pelas mães durante esse período: 


Frituras, snacks, sorvete e fast-food: aumentam a quantidade de gordura trans no organismo. Essa gordura tem péssima qualidade e pode entupir os vasos sanguíneos em longo prazo. E você não quer isso para seu pequeno, quer? 

Aspartame: presente em adoçantes e produtos dietéticos, também deve ser consumido com cautela, principalmente por mães de bebês portadores de fenilcetonúria. Essa doença rara, que é descoberta pelo teste do pezinho, se caracteriza por problemas da criança em relação a uma substância chamada fenilalanina. Nesses casos, aspartame em excesso pode levar ao acúmulo dessa substância no organismo e causar retardo mental no bebê. 

Chocolate: contém teobromina, que pode causar irritabilidade e aumento da atividade intestinal nos pequenos. 

Cafeína: pode levar a alterações no padrão de sono da criança. 

Álcool: assim como a cafeína, pode prejudicar o sono do bebê e, além disso, interferir no desenvolvimento motor dos pequenos. Mas é importante deixar claro que o álcool não se armazena no organismo e tem seu pico 30 minutos após a ingestão. 

Nicotina: presente no cigarro, prejudica o volume do leite e a capacidade de sucção pela criança (devido ao cheiro desagradável). 

Mercúrio: encontrado principalmente nos peixes predatórios (como tubarão, peixe-espada, cavalinha etc.), quando em excesso, pode afetar o desenvolvimento mental do bebê.


A mãe precisa ficar atenta às reações de seu filho. Se desconfiar que algum alimento não faz bem a ele, a dica é eliminar de sua dieta durante duas semanas e verificar se era realmente ele o que causava o mal-estar na criança.  

Se houver melhora, este alimento deverá ser tirado por um tempo da dieta e reintroduzido em uma fase mais avançada. Caso não aconteçam novas alterações, ele pode voltar normalmente à alimentação do pequeno.




 


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